O Pré "B" 01, da professora Ivanir Sander Amaral, confeccionou um cartaz sobre: "Que boas ações nossas mãos podem fazer!"
Temos por objetivo divulgar os nossos trabalhos pedagógicos. Oportunizando a construção da identidade e autonomia, fortalecendo a auto-estima, promovendo situações nas quais os estudantes possam desenvolver suas habilidades físicas e mentais, usando sua imaginação e criatividade.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Comunicado
Srs pais e responsáveis.
Comunicamos que devido ao jogo do Brasil que ocorrerá no sábado, dia 12/07/14, nossa Festa Julina foi cancelada. Comunicamos também que realizaremos na próxima quarta-feira, dia 16/07/2014, uma Festa Julina interna para os nossos alunos.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
quinta-feira, 3 de julho de 2014
quinta-feira, 26 de junho de 2014
“Não quero comer”.
Quatro a seis anos, a fase
do “não quero comer”. O que fazer?
Alguns
pais chegam a entrar em pânico porque seus filhos, especialmente em uma
determinada idade, não querem comer. Temem que a criança ficará fraca e doente
e, muitas vezes, cedem aos desejos dos pequenos que aceitam guloseimas no lugar
de frutas e verduras. Você, que atua na Primeira Infância, pode ajudá-los a
entender que fase é essa e como agir para superá-la.
A
pesquisa “Picky Eaters”, da Mead Johnson Nutrition Brasil, de 2012, mostrou que
crianças de quatro a seis anos apresentam um padrão de comportamento alimentar
que, muitas vezes, assustam os pais. Elas se recusam a comer verduras, legumes,
frutas e a experimentar novas receitas. Também detectou que, em muitas
ocasiões, essas crianças só comem se estiverem entretidas com a TV ou com um
brinquedo. Não há nada de errado com a criança, porque esse fenômeno, segundo
especialistas, é biológico.
Nessa
fase da infância, os pequenos têm medo de experimentar o novo e dão preferência
por alimentos que tenham tonalidade bege e amarelada, mais macios e fáceis de
mastigar.
Esse
comportamento não é à toa. Em algumas situações, é fruto da experiência
anterior de saborear papinhas que, geralmente, não apresentam variações na cor
e na textura. Por isso, uma ala de especialistas acredita que o ideal, após os
seis meses de amamentação exclusiva, seja a introdução de alimentos macios, com
cores variadas, amassados e não batidos no liquidificador ou, ainda, oferecer
um alimento de cada vez para que a criança veja e sinta a diferença e não
consuma tudo em uma mistura só.
Mas,
como lidar com essa situação quando o tempo da papinha já passou e a criança
insiste em não se alimentar direito? Vale
começar a mostrar a ela outras opções antes que essa alimentação desbalanceada
afete a sua saúde e seu desenvolvimento.
Postura
firme dos pais e cuidadores é o primeiro passo. Muitas concessões acabam
atrapalhando a educação alimentar. Se a criança diz que não quer o que foi
ofertado, é melhor deixar que ela se retire da mesa no lugar de dar uma opção
que a agrade. Quando ela sentir fome e pedir algo para comer, a mesma opção que
ela recusou deve ser oferecida.
Outra
dica, da OMS (Organização Mundial da Saúde) é apresentar à criança de oito a
dez alimentos diferentes para que ela, de fato, sinta se gosta ou não daquilo
que consumir. Muitas vezes, a criança recusa um prato, mas porque não o
conhece. É preciso paciência para que ela se adapte e aceite um novo sabor e
uma nova consistência.
Para
atrair o interesse dos pequenos na alimentação sadia, vale levá-los à feira, ao
supermercado ou, quando possível, à fazenda para mostrar como são os alimentos
antes de estarem prontos e de onde eles vêm. Deixar a criança escolher frutas,
legumes e verduras também pode favorecer esse período de novas
experimentações. Melhor ainda é poder plantar algumas verduras, cuidar
delas e colhê-las para consumo. Já imaginou quanto aprendizado?
Elaborar
pratos coloridos, com carinhas, enfeites é outra maneira de atrair o interesse
da criança pequena. Uma questão importante é deixar claro que o horário de
comer é único e não deve ser confundido com diversão. Nada de TV e brinquedos
durante as refeições, que devem ser tranquilas. Também é essencial manter uma
rotina. Ou seja: os horários das refeições precisam ser regulares, todos os
dias.
Por
último, o exemplo: pais que se alimentam bem, nos horários certos, sem
distrações durantes as refeições (tablets, celulares e afins) são ótimas
referências para seus filhos e meio caminho andado para garantir uma boa
alimentação e um melhor desenvolvimento à criança pequena.
Objeto de transição. Muitas crianças têm um.
Objeto de transição. Muitas
crianças têm um.
Alguns pais ficam surpresos com a
“mania” da criança de carregar paninhos ou sempre o mesmo brinquedo ou de
fazer carícia na própria orelhinha por horas. Você, que atua com a Primeira
Infância, pode ajudá-los a entender porque isso acontece e o que representam os
objetos de transição no desenvolvimento emocional da criança pequena.
1. Nem toda criança tem objeto de transição – algumas crianças
sentem necessidade de usar o objeto, outras não precisam – e não há nada de
errado nisso.
2. O objeto só pode ser escolhido pela criança – a escolha é pessoal,
feita pelo bebê, e pode surpreender os pais. Até um cheiro ou um som – como a
música que a mãe ou pai canta para ele dormir – pode se tornar o objeto de transição.
3. É saudável – diminui a ansiedade do
bebê nos momentos de separação da mãe, além de marcar uma fase importante do
desenvolvimento psíquico. Através da interação com o meio e com o objeto de
transição, o bebê passa a desenvolver criatividade, imaginação, cognição e
afetividade.
4. Deve ser lavado (se for mesmo preciso) – o ideal é não lavar,
pois o cheiro do item costuma remeter à mãe, e isso deve ser respeitado. Porém,
como algumas crianças o carregam para todo lado, é inevitável que suje. A recomendação,
então, é lavar se preciso.
5. Um, dois, três… – pode acontecer de a
criança aceitar um segundo objeto enquanto o principal está fora de alcance.
Também pode ser que ela escolha duas coisas ao mesmo tempo, como o cabelo da
mãe e uma música, ou dedo na boca e um paninho. Mas, novamente, é a criança
quem decide. Não adianta forçar.
6. Esqueceu em casa? Perdeu? – algumas crianças
sentem dificuldade para dormir, podem ficar manhosas e cair no choro caso
tenham esquecido seu objeto em algum lugar. Cabe aos pais explicar a situação
com clareza, independentemente da idade. Antes de oferecer um novo objeto, vale
deixar que a criança tente adaptar-se com o que há disponível no local, ou,
ainda, abandonar o hábito.
7. Quando levar pra escola – a criança até pode
levar o objeto para a classe, mas só enquanto for bebê ou estiver no período de
adaptação, vivendo os primeiros momentos na escola – e fizer muita questão
disso. Nessa fase, ele pode precisar de um apoio. Mas, à medida que se adapta à
turma e ao ambiente, é natural que a escola peça ao aluno que guarde o objeto
na mochila até o final das aulas. Depois de um tempo, incentivam-no a deixa-lo
em casa. É comum também a criança perceber que os colegas não usam e, assim,
resolver parar de levar.
8. E quando é uma parte do corpo? – não há problema nenhum
se for cabelo, orelha, cotovelo ou qualquer parte do corpo da própria criança
ou de terceiros. Porém, quando a necessidade do “objeto” for excessiva, é
preciso cuidado. Ele serve para acalmar, e não pode ser usado o tempo todo nem
restringir a vida dos pais – no caso de o item ser a parte do corpo de um
deles. Se isso acontecer, vale consultar um psicólogo, pois pode se tratar de
alguma angústia, de uma dificuldade de o bebê se separar da mãe (e vice-versa).
9. Passou da hora – não há idade ideal
para largar o objeto de transição. Em geral, o objeto é gradualmente
substituído por outros interesses e, dos três aos cinco anos, a criança já tem
condições de deixá-lo – cada uma no seu tempo emocional e não cronológico. Mas,
como tudo na vida, o hábito requer atenção quando é exagerado. Se após os cinco
anos, ou o período de adaptação na escola, a criança se recusa a ficar longe do
paninho, ou ainda se o uso do objeto prejudica seu convívio social, é
importante procurar orientação profissional.
10. Esconder, nunca! – os pais nunca devem
dar, jogar fora ou esconder o objeto sem que a criança saiba e concorde com
isso. A criança vai perder a confiança e sofrer com essa separação abrupta.
Assinar:
Postagens (Atom)


